Erros na análise cromática?



Sim, infelizmente eles podem acontecer por inúmeras causas, desde o método escolhido até a interpretação pessoal do Personal Colors.



Primeiro precisamos entender que erros fazem parte de existir, erramos e esses erros precisam ser usados como um veículo de experiência e de conversão em excelência profissional.


Mas eu listei 3 causas muito comuns que podem interferir no resultado final de uma análise de Coloração Pessoal, vamos a elas!




Domínio do método




Existem inúmeros métodos de análise cromática, desde os mais simples aos mais complexos, a escolha deve realmente acontecer por afinidade do Personal Colors.

Esses métodos precisam ser estudados e testados incansavelmente, só assim para adquirir segurança numa análise.

É claro que tod@s que hoje são Consultor@s tiveram sua primeira vez com a análise cromática e muitas outr@s ainda terão, mas eu sugiro ( sugiro inclusive em salas de aula ) começar por métodos mais simples e que utilizem 4 cores ( também ensino em salas de aula em conjunto com o método ostensivo ) e gradativamente vá inserindo métodos mais complexos. Não tenha medos, estude, teste e depois implante com segurança. Faça testes na mãe, nas irmãs, vizinhas, nos primos ( importante testar em homens também ), assim você exercita seus conhecimentos.






Visão Colorida




É comprovado cientificamente que as pessoas enxergam cores de forma subjetiva, ou seja, 20 pessoas enxergarão o mesmo tom de azul de forma diferente.

Por isso uma pessoa analisada várias vezes por profissionais diferentes, pode ser classificada em grupos cromáticos diferentes, principalmente em métodos direcionais.

Ah, como resolver isso na análise!?

Simples! Em coloração pessoal trabalhamos a relatividade da cor do início ao fim, nossa percepção muda a cada instante que mudamos o drape colorido.

A sugestão é: esqueça as cores na hora da análise, concentre-se no efeito dessas cores no rosto, é no rosto que o Personal Colors deve fixar o olhar.

Ou seja, 20 pessoas podem interpretar de forma diferente um tom de azul, mas a interpretação do efeito desse azul no rosto será a mesma...







 Gosto pessoal





Essa é uma questão importantíssima, o gosto pessoal do Personal Colors não pode em hipótese alguma interferir numa análise.

Já ouvi as seguintes frases :

- Ah, eu não gosto dessas cores e acho que ninguém fica bem com elas.

- Ah, mas essa cor também ficou boa.


Entre outras, mas essas são as mais comuns.

Eu tenho aversão ao cinza, não faz parte da minha cartela, tenho características quentes muito fortes, mas conheço pessoas que ficam divinas com cinza, meu gosto pessoal é meu 😉


Ficou bom também em relatividade às outras cores que correspondem a coloração natural da cliente?

Se a resposta for sim, ok! 

Pode ser que as características dela permitam essa flexibilidade, mas se em relatividade as outras cores se sobressaem, então não ficou bom... 


A flexibilidade deve ser uma das regras de uma análise, desde que faça a imagem projetar de forma positiva.



Preciso lembrar que um lapso na interpretação de uma análise cromática envolve questões financeiras se a cliente resolver mudar todo o guarda roupa por conta da análise


Na verdade podemos substituir a palavra erro por lacuna, uma lacuna em nossos estudos e interpretações que pode facilmente ser resolvida.

Então se joga nos estudos, arrisque-se, divirta-se com as cores.




0 comentários:

Postar um comentário

 

Contato

Selo de Qualidade EnModa

Quem escreve.